Nem sempre a usabilidade é o elemento mais importante para o sucesso em projetos de interface. Também tem valor uma boa interface social, que possibilite interações entre pessoas.
Leia artigo completo de Laura Loenert no site Webinsider.
blog das disciplinas do prof. nicolau centola
Nem sempre a usabilidade é o elemento mais importante para o sucesso em projetos de interface. Também tem valor uma boa interface social, que possibilite interações entre pessoas.
Leia artigo completo de Laura Loenert no site Webinsider.
Em meados de junho, um e-mail assinado pelo diretor Fernando Meirelles e enviado para os funcionários da sua produtora, a O2 Filmes, foi reproduzido no blogue da empresa e rapidamente espalhou-se, sendo discutido por produtoras de conteúdo de todo país. Intitulado apenas como “O Método”, o texto propunha uma nova organização de trabalho nos sets de filmagem, de certa forma decretando o fim da farra digital.
Confira matéria completa no jornal O Globo.
Estas tecnologias obsoletas não receberam o memorando – talvez porque alguém escreveu isso em uma máquina de escrever e enviou por fax para elas. Tem uma mensagem urgente que você precisa para transmitir imediatamente? O envio de um telegrama com certeza não é a primeira opção que vem à mente. E quando é hora de cair na dança, você provavelmente não enfiar uma fita cassete em seu player.
Algumas tecnologias são utilizadas por um tempo e então evoluiem para formas mais baratas, mais rápidas, melhores ou simplesmente desaparecem. No entanto, outras – como máquinas de fax, telefones fixos e câmeras instantâneas – apenas se recusam a morrer, apesar de melhores alternativas digitais. Aqui estão dez tecnologias que deveriam estar mortas e enterradas, mas ainda se agarram à vida.
Leia matéria completa (em inglês).
A naturalidade de muitos vídeos postados no YouTube é impressionante. Notamos claramente que a geração criada na era das novas tecnologias adquire familiaridade não só com os equipamentos eletrônicos, mas também com a liberdade para se comunicar e se expressar nas novas plataformas de comunicação.
A imagem sempre foi expressa pelos detalhes. Lembre-se de algumas das fotos posadas tiradas por nossas avós. É possível perceber nelas desde o mais amargo sorriso até o queixo esticado de orgulho.
Hoje a câmera fotográfica e o vídeo fazem parte do nosso cotidiano. A relação com a lente mudou, e o resultado disso pode ser apreciado no YouTube: já não são necessárias grandes produções para uma pessoa de talento se expressar por meio de uma câmera. E veja como são as coisas: num mundo de hiperconsumo e massificação, voltamos ao simples….
A estética que começa a se formar por influência do YouTube é a do olhar natural, límpido, na lente.
Leia matéria completa no IDGNow!.
A Fundação Editora da Unesp (FEU) lançou a Coleção Propg Digital, com 44 obras inéditas em formato digital, das áreas de Ciências Humanas, Ciências Sociais e Aplicadas, Linguística, Letras e Artes. As obras foram publicadas sob o selo Cultura Acadêmica, que também inaugurou seu site próprio: www.culturaacademica.com.br.
A ação é resultado de uma parceria entre a editora e a Pró-Reitoria de Pós Graduação (Propg). O projeto prevê a publicação de 600 livros eletrônicos em dez anos. Em 2010, serão selecionados e editados 58 novos títulos. O projeto também não se limita a digitalizar obras prontas, como já é comum no mercado editorial. A coleção inteira foi originalmente pensada no formato de livro eletrônico. Os direitos autorais continuaram a ser respeitados, com a proibição de publicar o conteúdo dos e-books ou de copiar trechos sem os devidos créditos.
Está para sair agora em agosto, pela Editora Campus, a edição brasileira de “Free: the future of a radical price”, do editor da bíblia digital “Wired”, Chris Anderson. O livro está na lista de best-sellers do “New York Times” pelo seu apelo óbvio em tempos de crise em tudo o que é produção intelectual: como sobreviver numa era em que o conteúdo gratuito parece dar o tom de nove entre dez negócios intelectuais na rede?
O que podemos esperar dessa conversa? Bom… depois de atravessar as 257 páginas de “Free”, não tenho como esconder um misto de encantamento com frustração. O encantamento vem da coragem de Anderson de abraçar uma tese sobre a qual muitos ainda relutam em aceitar como verdadeira: a internet é a terra do grátis, não por conta de ideologia, mas por conta de economia mesmo, já que os custos de processamento (microchips), armazenagem (memória) e transporte de informação e idéias (banda larga) são a cada ano mais baixos. Então, o custo próximo de zero para os Googles e YouTubes da vida, que nada cobram por seus serviços, não são problema diante do tráfego gerado. E há a produção de conteúdo gratuita pelo espírito comunitário ou pela necessidade de transmitir a informação para a maior quantidade de pessoas no planeta, como Wikipedia, blogs, Twitters e Facebooks personalíssimos.
Confira a matéria completa no O Globo (acesso mediante cadastro gratuito).
O sociólogo polonês Zigmunt Bauman, em entrevista ao jornal O Globo, fala da necessidade do homem moderno dar mais atenção ao significado do tempo ocioso. Em uma sociedade cada vez mais dominada pela velocidade da tecnologia, ócio se confunde com tédio, e a vida se resume a espremer nas horas do dia o maior número de coisas. E talvez o mais inteligente seja abandonar esta ciranda e dedicar-se ao nada.