Um digitalizador de livros que pode ser construído com poucos recursos e usado por qualquer pessoa. Assim é o Homer, protótipo montado pelo pesquisador brasileiro Juliano Spyer em conjunto com o italiano Cosimo Lupo, e que foi apresentado recentemente no London Design Festival, em Londres. Uma das principais vantagens: utiliza objetos do nosso dia a dia, como caixa de papelão, câmera digital, luminária, tripé e uma placa de vidro.
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